quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

ATIVISMO VIRTUAL

       Hoje li um artigo na revista Época, em que um blogueiro afirmava que o ativismo virtual, através de blogs e sites  incitava curiosos sem foco e perdiam sua funcionalidade principal que seria o ativismo real.

      Concordo em parte com o autor, pois a falta de foco e os ativistas de momento são muitos, mas acredito que o ativismo virtual sirva pra conscientizar, pra informar e para provocar manifestações individuais. No mínimo, atrairá pares e amantes do tema em questão, servindo, muitas vezes, como nascedouro de manifestações reais. O ativismo é feito em casa, nas escolas, nas comunidades, universidades e nas mesas de bar, no papo entre amigos e no silencio de um cartaz ou um texto em uma camisa.

      Meu manifesto é nas escolas onde leciono, no silencio das minhas roupas, e no longo alcance de meu blog, que proporciona um encontro com todos meus amigos e seguidores, encontros que vão além do meu conhecimento, confesso, mas com o retorno de muitos leitores que já fizeram a diferença.

      É como o beija-flor que minha amiga Beth sempre cita...ele não apagará o incêndio como um todo, mas fará parte de um todo que o apagará.